sexta-feira, 2 de maio de 2008

expelidor

desnecessário, tudo que crio penso creio, me parece desnecessário em dias de chuva. Depressão sazonal, ou um entranho flerte dos artistas com a morbidez e a melancolia? uma forma sutil de vingança contra os outros mortais que passeiam sossegados pela vida, sem muitas perguntas,
não era nada disso que ia dizer. mas tudo bem, é sempre assim. a coisas saem de mim como gases, autonomias, por isso não sou artista nem criador. sou um expelidor.
Guilherme Pires

Um comentário:

Nise disse...

Pois é meu querido só é bonito morrer pela arte em Veneza mesmo.