Senhor,
Obrigado por estar vivo, apesar do meu mal-humor,
Pai,
Obrigado pelo vento, pelo céu, e pelo sol,
Apesar da minha miopia existencial,
Obrigado pelo simples fato de eu saber que existe a possibilidade da vida ser abundante, serena, e tranqüilamente criativa, em algum lugar ainda oculto no espaço tempo do agora em meu ser.
Obrigado pelas possibilidades infinitas de existir,
Mesmo que eu ainda esteja trancado dentro de um personagem tão limitado.
Obrigado pelo banquete da vida. Apesar da minha birra em manter a boca fechada, e da arrogância de querer parecer humilde, e pegar apenas um bocadinho, mesmo estando morrendo de fome.
Obrigado pela infinidade de pessoas maravilhosas que estão circulando por esse mundo neste instante, mesmo que ainda insista em acreditar na prepotência tacanha do meu isolamento.
Enfim, obrigado pela semente da vida, tão repleta de possibilidades, que o senhor plantou no meu ser,
Eu poderia pedir desculpas ao Senhor, mas eu já desenvolvi a consciência de que o único que perde por não regar corretamente essa semente sou eu mesmo.
Então eu peço, Senhor, me ensina a regar e nutrir mais corretamente essa semente. Dê-me coragem de deixar essa humildade arrogante de lado, e abocanhar a vida por inteiro, sem medo de parecer grosseiro.
Ajuda-me a tirar meus óculos escuros e ver as cores reais da vida, deixando de lado minha fotofobia psicológica.
Obrigado.
Tenho a impressão que eu fico segurando uma semente na mão, admirando e dizendo:
- “oh, que semente linda, oh! Que maravilhosa, aqui tem toda possibilidade da vida, e etcs... Pressinto a hora que um anjo vai passar e gritar”:
- ENTERRA LOGO ESSA SEMENTE, CARAMBA!!!!
Obrigado por estar vivo, apesar do meu mal-humor,
Pai,
Obrigado pelo vento, pelo céu, e pelo sol,
Apesar da minha miopia existencial,
Obrigado pelo simples fato de eu saber que existe a possibilidade da vida ser abundante, serena, e tranqüilamente criativa, em algum lugar ainda oculto no espaço tempo do agora em meu ser.
Obrigado pelas possibilidades infinitas de existir,
Mesmo que eu ainda esteja trancado dentro de um personagem tão limitado.
Obrigado pelo banquete da vida. Apesar da minha birra em manter a boca fechada, e da arrogância de querer parecer humilde, e pegar apenas um bocadinho, mesmo estando morrendo de fome.
Obrigado pela infinidade de pessoas maravilhosas que estão circulando por esse mundo neste instante, mesmo que ainda insista em acreditar na prepotência tacanha do meu isolamento.
Enfim, obrigado pela semente da vida, tão repleta de possibilidades, que o senhor plantou no meu ser,
Eu poderia pedir desculpas ao Senhor, mas eu já desenvolvi a consciência de que o único que perde por não regar corretamente essa semente sou eu mesmo.
Então eu peço, Senhor, me ensina a regar e nutrir mais corretamente essa semente. Dê-me coragem de deixar essa humildade arrogante de lado, e abocanhar a vida por inteiro, sem medo de parecer grosseiro.
Ajuda-me a tirar meus óculos escuros e ver as cores reais da vida, deixando de lado minha fotofobia psicológica.
Obrigado.
Tenho a impressão que eu fico segurando uma semente na mão, admirando e dizendo:
- “oh, que semente linda, oh! Que maravilhosa, aqui tem toda possibilidade da vida, e etcs... Pressinto a hora que um anjo vai passar e gritar”:
- ENTERRA LOGO ESSA SEMENTE, CARAMBA!!!!
Um comentário:
Meu Deus isso foi maravilhoso, explica todos os outros textos sobre espera e insatisfação. Não sou anjo, mas enterra logo essa semente.
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